PAULO, MODELO DE EVANGELIZADOR (7)


7. A identidade de apóstolo e de servo

«Paûlos é o único nome que o Apóstolo usa para si mesmo nas suas Cartas autênticas ou que é usado em referência a ele nas Deuteropaulinas e nas Pastorais»[1]. É Lucas que, no Livro dos Actos dos Apóstolos, fala de outro nome, Saulo, na forma grecizada de Saûlos (Act 7,58; 8,1.3; 9,1.8.11.22.24; 11,25.30; 12,25; 13,1.2.7.9), ou na forma semítica transliterada de Saul [Sha’ûl] (Act 9,4 e 17; 22,7 e 13; 26,14). E não é sem alguma estranheza que, depois de ter usado sempre Saulo e Saul, e nunca Paulo, vemos o autor dos Actos a escrever assim em Act 13,9: «Saulo, dito também Paulo» (Saûlos dé, ho kaì Paûlos), passando a usar, a partir daqui, habitualmente Paulo[2].

Dizer «Paulo» é dizer «o Apóstolo Paulo»[3]. De facto, «Apóstolo» (apóstolos) é o título que Paulo adscreve mais vezes ao seu nome Paulo (Paûlos), na apresentação (titulatio) das suas Cartas: Rm 1,1; 1 Cor 1,1; 2 Cor 1,1; Gl 1,1; Ef 1,1; Cl 1,1; 1 Tm 1,1; 2 Tm 1,1; Tt 1,1[4]. Só não segue este procedimento nas Cartas aos Filipenses, 1 e 2 Tessalonicenses e Filémon[5]. É quanto se pode ver a seguir detalhadamente, com o nome e os títulos em destaque:

 

«1,1PAULO, SERVO de Cristo Jesus (doûlos Christoû Iêsoû), chamado APÓSTOLO, separado (aphôrisménos: part. perf. pass. de aphorízô) para o Evangelho de Deus» (Rm 1,1).

«1,1PAULO, chamado APÓSTOLO de Cristo Jesus (apóstolos Christoû Iêsoû), por vontade de Deus…» (1 Cor 1,1).

«1,1PAULO, APÓSTOLO de Cristo Jesus (apóstolos Christoû Iêsoû), por vontade de Deus…» (2 Cor 1,1).

«1,1PAULO, APÓSTOLO, não por parte dos homens nem por intermédio de um homem, mas por Jesus Cristo (dià Iêsoû Christoû) e Deus Pai, que o ressuscitou dos mortos» (Gl 1,1).

«1,1PAULO, APÓSTOLO de Jesus Cristo (apóstolos Iêsoû Christoû), pela vontade de Deus…)» (Ef 1,1).

«1,1PAULO e Timóteo, SERVOS de Cristo Jesus (doûloi Christôu Iêsoû)…» (Fl 1,1).

«1,1PAULO, APÓSTOLO de Cristo Jesus (apóstolos Christoû Iêsoû), por vontade de Deus…» (Cl 1,1).

«1,1PAULO e Silvano e Timóteo…» (1 Ts 1,1).

«1,1PAULO e Silvano e Timóteo…» (2 Ts 1,1).

«1,1PAULO, APÓSTOLO de Cristo Jesus (apóstolos Christoû Iêsoû)…» (1 Tm 1,1).

«1,1PAULO, APÓSTOLO de Cristo Jesus (apóstolos Christoû Iêsoû)…» (2 Tm 1,1).

«1,1PAULO, SERVO de Deus, APÓSTOLO de Jesus Cristo (apóstolos Iêsoû Christoû)…» (Tt 1,1).

«1PAULO, PRISIONEIRO de Cristo Jesus (désmios Christoû Iêsoû)…» (Flm 1).

 

Salta à vista a frequência da locução «Apóstolo de Cristo Jesus» (1 Cor,1,1; 2 Cor 1,1; Cl 1,1; 1 Tm 1,1; 2 Tm 1,1), por duas vezes alterada para «Apóstolo de Jesus Cristo» (Ef 1,1; Tt 1,1).  «Servo de Cristo Jesus» também se ouve por duas vezes (Rm 1,1; Fl 1,1). Uma vez ressoa «Prisioneiro de Cristo Jesus» (Flm 1). Vê-se bem que estas locuções configuram genitivos subjectivos (o apóstolo é enviado por Cristo) e/ou genitivos de posse (o apóstolo pertence a Cristo), acentuando bem a profunda ligação que une Paulo a Cristo[6]. A locução «Apóstolo por Jesus Cristo» (apóstolos dià Iêsoû Christoû) (Gl 1,1) constitui também um genitivo subjectivo[7].

Pressente-se também que é muito querido a Paulo o título de «apóstolo das nações» (ethnôn apóstolos) (Rm 11,13; cf. Gl 1,16; 2,2.8-9)[8], vendo nas «nações» os «não-judeus»[9], ainda que a sua «preocupação quotidiana» (epístasis kath’êméran) seja «o cuidado (hê mérimna) de todas as Igrejas (pasôn tôn ekklêsiôn)» (2 Cor 11,28)[10].

Nas suas Cartas, Paulo nunca emprega o título de «apóstolo» para designar apenas o grupo estrito dos «doze»[11]. Em contrapartida, o autor do Livro dos Actos dos Apóstolos emprega-o muitas vezes e exclusivamente para designar o grupo dos «doze»[12], não o aplicando a Paulo[13], com a excepção conhecida de Act 14,4 e 14, onde Barnabé e Paulo são também ditos «apóstolos», caso difícil de explicar[14], mas em que pode dar-se ao título apenas o sentido de enviados pela comunidade (de Antioquia)[15]. Seja como for, não é por falta de apreço que o autor do Livro dos Actos dos Apóstolos não dá o título de Apóstolo a Paulo, pois o autor do Livro dos Actos, da terceira geração cristã, é um admirador apaixonado e entusiasta de Paulo, em quem vê o principal representante e o símbolo da grande segunda geração cristã de quem ele e os seus amigos se reconhecem devedores[16]. O motivo deve-se simplesmente aos requisitos apresentados em Act 1,21-22, que definem como «apóstolo» aquele que tenha seguido connosco atrás de Jesus desde o seu Baptismo até à sua Ascensão aos céus:

  

«1,21É necessário (deî), pois, que, dos homens que vieram connosco (synérchomai) durante todo o tempo em que entrou e saiu à nossa frente o Senhor Jesus, 22tendo começado desde o Baptismo de João até ao dia em que Ele foi arrebatado (anelêmphthê)[17] diante de nós, um destes se torne connosco testemunha da sua Ressurreição» (Act 1,21-22).

 

Paulo não restringe o título de «apóstolo» aos que preenchem os critérios estritos apresentados pelo autor do Livro dos Actos dos Apóstolos, mas vê-o e vê-se no sentido preciso de quem é chamado, acreditado e enviado por Deus/Cristo Ressuscitado para anunciar o Evangelho, e faz deste trabalho a sua vida toda, de tal modo que bem podemos dizer, com Lorenzo de Lorenzi, acerca de Paulo, que «a sua vida privada era… a apostólica»[18]. Verdadeiramente, Paulo é de Cristo, como devem ser todos os cristãos (cf. 1 Cor 3,21-23)[19]:

  

«3,21(…)Na verdade, todas as coisas são vossas, 22quer Paulo, quer Apolo, quer Cefas, quer o mundo, quer a vida, quer a morte, quer as coisas presentes, quer as futuras. Todas as coisas são vossas, 23mas vós de Cristo (hymeîs dè Christoû), e Cristo de Deus» (1 Cor 3,21-23).

 

Texto clarividente, que olha para trás, em confronto com o  exclusivismo de 1 Cor 1,12[20], mas olha também para a frente, em confronto com a autonomia e autosuficiência de 1 Cor 6,19[21], pondo tudo sob a liberdade trazida por Cristo (1 Cor 7,23)[22]:

  

«1,12Digo isto, porque cada um de vós diz: “Eu sou de Paulo, eu de Apolo, eu de Cefas, eu de Cristo» (1 Cor 1,12).

 

«6,19Ou não sabeis que o vosso corpo é Templo do Espírito Santo que está em vós, que tendes de Deus, e que não sois de vós mesmos (kaì ouk estè heautôn)»? (1 Cor 6,19).

 

«7,23Por preço fostes comprados; não vos torneis escravos dos homens» (1 Cor 7,23).

 

Neste sentido, ao mesmo tempo profundo e alargado, Paulo pode dar o título de «apóstolo» também a alguns dos seus colaboradores.

E para ilustrar melhor este cadeado ou aliança que une estreitamento a vida do apóstolo à de Cristo – Paulo de Cristo –, veja-se este texto do IV Evangelho:

  

«20,21Disse-lhes então Jesus outra vez: “A paz convosco! Como (kathôs) me enviou (apéstalken: perf. de apostéllô) o Pai, também Eu vos mando ir (pémpô)”» (Jo 20,21).

 

Como em muitas outras passagens, o uso do verbo apostéllô acentua o papel do «enviado», que é Jesus, do mesmo modo que o uso do verbo pémpô sublinha o papel do «enviante», que, neste caso, continua a ser Jesus[23]. Por outro lado ainda, o envio de Jesus apresenta-se no perfeito grego, pelo que a sua missão começou e continua. Não terminou. Ele continua em missão. A nossa missão está no presente. O presente da nossa missão aparece, portanto, agrafado à missão de Jesus[24], e não faz sentido sem ela e sem Ele: «Como me enviou o Pai, também eu vos mando ir». Nós implicados e imbricados n’Ele e na missão d’Ele. E aquele como define o estilo da nossa missão de acordo com o estilo da missão de Jesus, que nos ama descendo ao nosso nível[25].

Neste sentido, e parafraseando Edward Schweizer, podemos dizer, tendo Paulo como modelo, que o Apóstolo não é autónomo, mas cristónomo[26]. E, para acentuar esta cristonomia do Apóstolo, vemos Paulo a subordinar o «apostolado» à «graça», formando uma hendíade, em que o apostolado decorre da graça e dela é efeito (Rm 1,5)[27], tal como no binómio «graça e paz», a paz decorre e é efeito da graça:

 

«1,4(…) de Jesus Cristo, o Senhor nosso, 5por quem recebemos a graça e o apostolado (cháris kaì apostolê)» (Rm 1,4-5).

 

O título de «servo» ou «escravo» (doûlos) é também do gosto de Paulo, que o adscreve ao seu nome na apresentação (titulatio) das Cartas aos Romanos (1,1), aos Filipenses (1,1) e a Tito (1,1), a que se pode acrescentar a afirmação forte de Gl 1,10 – «Se ainda aos homens eu quisesse agradar (êreskon: imperf. de aréskô), servo de Cristo não seria»[28] – querendo com esta designação sublinhar a sua total submissão a Cristo e o seu empenho radical ao serviço daquele que é o Senhor (Kýrios)[29], e a quem Paulo chama «Cristo Jesus, o meu Senhor (Christós Iêsoûs hô kýrios mou)» (Fl 3,8), expressão única, pois é a única vez em que Paulo agrafa «meu» a «Senhor»[30]. A locução «servo do Senhor» (doúlos Kyríou) encontra-se unicamente em 2 Tm 2,24, uma evocação clara do Servo de YHWH isaiano (Is 42,1-4) e do Servo Jesus, manso e humilde de coração (Mt 11,29)[31]:

 

«2,24Um servo do Senhor não deve entrar em disputas (hou deî máchestai), mas deve ser amável (êpios) para todos, apto para ensinar (didaktikós)[32], tolerante, 25instruindo com mansidão os que se lhe opõem…» (2 Tm 2,24-25).

 

A sobreposição dos dois títulos entrelaçados («servo» e «apóstolo») em Rm 1,1 ajuda a compreender que Paulo se vê a si a mesmo como «apóstolo» enquanto «servo» totalmente dedicado a Cristo e por ele enviado[33].

Para se compreender o verdadeiro alcance deste título honorífico, o único recurso válido é o Antigo Testamento, uma vez que o mundo grego nunca definiria a liberdade em termos de «serviço» ou «escravidão», pois exalta a independência e a autonomia do indivíduo[34]. Na língua grega profana, o termo doûlos («escravo») e o verbo douleúô («servir como escravo») são impróprios para qualquer título de nobreza e apenas suscitam repulsa[35]. Em contraponto, Paulo exorta assim os cristãos da Galácia: «Através do amor, fazei-vos escravos uns dos outros (dià tês agápês douleúete allêlois)» (Gl 5,13). E então pode ver-se Paulo na esteira dos grandes e venerados «servos» ou «escravos» do AT: Israel (Ne 1,6; Is 43,10), Abraão (Sl 105,42), Moisés (Js 14,7; 2 Rs 18,12), Josué (Js 24,29; Jz 2,8), David (2 Sm 7,5; Sl 78,70; 89,4), os profetas (2 Rs 9,7; 17,23; Am 3,7; Zc 1,6), Elias (2 Rs 10,10), o Servo de YHWH por excelência, cantado por Isaías (Is 42,1-9; 49,1-7; 50,4-11; 52,13-53,12), o orante dos Salmos (Sl 27,9; 31,17).

Mas é justo destacar sobretudo o Servo de YHWH, de Isaías, e Jeremias, em quem Paulo se revê, pois em Gl 1,15-16 cita Is 42,6, 44,2, 49,1 e Jr 1,5, todos objecto de contestação, desprezados, sujeitos a duras provas e sofrimento (2 Cor 4,8-9; Is 43,2; 52,14; 53,2-3; Jr 20,18), não especialistas em oratória (Paulo e Jeremias) (2 Cor 11,6; Jr 1,6)[36], e a quem é confiada uma missão de alcance universal, para as nações (Rm 11,13; Gl 1,16; Is 42,6; 49,6; Jr 1,5)[37].

Ainda que não se encontre na apresentação (titulatio) das Cartas, Paulo também adscreve a si o título de «servidor» (diákonos) em diversas circunstâncias: «servidor» de Deus (2 Cor 6,4), «servidor» de Cristo (2 Cor 11,23), «servidor» do Evangelho (Ef 3,7; Cl 1,23), «servidor» através do qual acreditaram os cristãos de Corinto (1 Cor 3,5), «servidor» da Igreja (Cl 1,25), «servidor» da nova aliança (2 Cor 3,6). E compartilha este título com alguns dos seus cooperadores: Febe (Rm 16,2), Timóteo (1 Tm 4,6; 1 Ts 3,2), Tíquico (Ef 6,21; Cl 4,7), Epafras (Cl 1,7). Este «serviço» (diakonía) realiza-se quer na vertente material quer espiritual, e diákonos é um termo predominantemente paulino [Paulo usa o termo 21 vezes em 29 do NT][38]. Tal como koinônía, também diakonía aparece a traduzir a colecta (Rm 15,31; 2 Cor 8,4; 9,1.12.13). Mas a expressão por excelência da colecta encontra-se em 2 Cor 8,19, em que a colecta é dita «a graça servida por nós» (hê cháris háutê hê diakonouménê hyph’ hêmôn)[39], que nós estamos a servir, de acordo com o particípio presente diakonouménê[40].

Mas vejamos mais de perto uma das mais belas páginas em que Paulo registra este «serviço»:

 

«3,1Começamos novamente a recomendar-nos a nós mesmos? Será que temos necessidade, como alguns, de cartas de recomendação para vós ou da vossa parte? 2A nossa carta sois vós, escrita (eggegramménê: part. perf. pass. de eggráphô) nos nossos corações, conhecida e lida por todos os homens, 3sendo manifesto que sois a carta de Cristo «servida» (diakonêtheîsa: part. aor. pass. de diakonéô) por nós (hyph’ hêmôn), escrita (eggegramménê), não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo, não sobre tábuas de pedra, mas sobre tábuas que são corações de carne» (2 Cor 3,1-3).

 

Todo o relevo para a carta de Cristo escrita para sempre nos nossos corações, de acordo com o uso do perfeito grego. Desta carta, e em relação a Cristo, Paulo assume apenas o papel de «servidor», de amanuense que faz um trabalho humilde, mas belo, de transcrição[41].

(continua no próximo post)

António Couto


[1]J. A. FITZMYER, Lettera ai Romani, p. 276; J. Cl. LENTZ, Le portrait de Paul selon Luc dans les Actes des Apôtres, Paris, Cerf, 1998, p. 73.

[2]J. A. FITZMYER, Lettera ai Romani, p. 276. De resto, é igualmente sabido que, nas suas Cartas, Paulo nunca fala da sua cidadania romana nem do seu nascimento em Tarso. De acordo com o estudo de John Clayton Lentz, é difícil sustentar ao mesmo tempo a cidadania grega ou romana e o farisaísmo estrito, como se diz de Paulo em Act 21,17-23,11. Ver J. Cl. LENTZ, Le portrait de Paul selon Luc dans les Actes des Apôtres, p. 37-86.

[3] O. KUSS, San Pablo. La aportación del Apóstol a la teologia de la Iglesia primitiva, Barcelona, Herder, p. 269.

[4] Para um leque mais vasto de referências e considerações noutras circunstâncias, ver J. CÔTÉ, Cent mots-clés de la théologie de Paul, Otava, Novalis – Cerf, 2000, p. 43-46.

[5] D. J. MOO, The Epistle to the Romans, p. 41.

[6]M. J. HARRIS, The Second Epistle to the Corinthians, p. 128-129.

[7]M. J. HARRIS, The Second Epistle to the Corinthians, p. 130.

[8]J. A. FITZMYER, Lettera ai Romani, p. 726. D. J. MOO, The Epistle to the Romans, p. 691, nota 40,  vê nesta locução «qualquer coisa como um título».

[9] L. LEGRAND, L’Apôtre des nations? Paul et la stratégie missionnaire des Églises apostoliques, Paris, Cerf, 2001, p. 35. Segundo o autor, é por isso que Paulo se dirige para a Europa, evitando a África (Alexandria) e a Ásia (Babilónia), onde havia extensas colónias judaicas.

[10] Neste «todas as Igrejas» estão em primeiro lugar as Igrejas que Paulo fundou e a quem dedica o seu cuidado pastoral, sem excluir, no entanto, outras comunidades cristãs. M. J. HARRIS, The Second Epistle to the Corinthians, p. 813.

[11] D. MÜLLER, Apóstol (apostéllô), in L. COENEN, E. BEYREUTHER, H. BIETENHARD (eds.), Diccionario teológico del Nuevo Testamento, I, Salamanca, Sígueme, 1980, p. 142.

[12]D. MÜLLER, Apóstol (apostéllô), p. 140.

[13]G. BORNKAMM, Pablo de Tarso, 19; G. ROSSÉ, Atti degli Apostoli. Commento esegetico e teologico, Roma, Città Nuova, 1998, p. 49.

[14] Vejam-se as inúmeras soluções que a crítica tem sugerido. G. ROSSÉ, Atti degli Apostoli, p. 535.

[15]É a leitura de J. BECKER, Paul «L’Apôtre des nations», p. 75.

[16] R. MADDOX, The Purpose of Luke-Acts, Edimburgo, T & T Clark, 1985, p. 76.

[17] Aoristo passivo de analambánô.

[18] L. DE LORENZI, La vida spiritual de Pablo, p. 92.

[19]L. DE LORENZI, La vida spiritual de Pablo, p. 91.

[20]A. C. THISELTON, The First Epistle to the Corinthians, p. 325.

[21]A. C. THISELTON, The First Epistle to the Corinthians, p. 327.

[22]A. C. THISELTON, The First Epistle to the Corinthians, p. 327-328.

[23] E. TESTA, La missione e la catechesi nella Bibbia, Brescia – Roma, Paideia – Urbaniana University Press, 1981, p. 170-171.

[24] F. BLANQUART, Le premier jour (Jn 20), Paris, Cerf, 1991, p. 97.

[25] Sobre este «como», ver CONFERÊNCIA EPISCOPAL ITALIANA, Comunicare il Vangelo in un mondo che cambia. Orientamenti pastorali dell’Episcopato Italiano per il primo decennio del 2000 (29 de Junho de 2001), n.º 63.

[26] E. SCHWEIZER, Das Leben des Herrn in der Gemeinde und ihren Diensten, Zurique, Paperback, 1946, p. 70.

[27]S. LÉGASSE, L’Êpître de Paul aux Romains, p. 60; S. LÉGASSE, L’Épître de Paul aux Galates, p. 94, nota 6, e p. 143.

[28] Para outras referências e considerações, ver J. CÔTÉ, Cent mots-clés de la théologie de Paul, p. 426-429.

[29]J. A. FITZMYER, Lettera ai Romani, p. 276-277; D. J. MOO, The Epistle to the Romans, p. 41; S. LÉGASSE, L’Épître de Paul aux Romains, p. 53; S. LÉGASSE, L’Épître de Paul aux Galates, p. 71-72.

[30] G. D. FEE, Pauline Christology. An Exegetical-Theological Study, Peabody, Hendrickson Publishers, 2007, p. 326, nota 82.

[31]P. IOVINO, Il discorso di Paolo a Mileto (At 20,17-38). Redazione, struttura, interpretazione, in R. FABRIS (ed.), La Parola di Dio cresceva (At 12,24). Scritti in onore di Carlo Maria Martini nel suo 70º compleanno, Bolonha, EDB, 1998, p. 289.

[32] O termo didaktikós é um hapax no NT. J. D. QUINN, W. C. WACKER, The First and Second Letters to Timothy, p. 246.

[33]G. LEONARDI, I discepoli del Gesù terreno e i ministeri nelle prime comunità. Rottura o normale evoluzione?, in R. FABRIS (ed.), La parola di Dio cresceva (At 12,24). Scritti in onore di Carlo Maria Martini nel suo 70.º compleanno, Bolonha, EDB, 1998, p. 472, nota 24.

[34] G. BARBAGLIO, La legge mosaica nella Lettera ai Galati, in R. FABRIS (ed.), La parola di Dio cresceva (At 12,24), p. 407.

[35] S. LÉGASSE, L’Épître de Paul aux Galates, p. 71.

[36] G. BORNKAMM, Pablo de Tarso, p. 119.

[37] J.-Cl. INGELAERE, Paul et l’exercice de l’autorité apostolique, in J. SCHLOSSER (ed.), Paul de Tarse, p. 126-127.

[38] K. HESS, diakonéô servir, diakonía servicio, diákonos servidor, hypêrétês servidor, in L. COENEN, E. BEYREUTHER, H. BIETENHARD (eds.), Diccionario teológico del Nuevo Testamento, IV, p. 212-216; D. J. MOO, The Epistle to the Romans, p. 913, nota 7.

[39]A. WODKA, Una teologia bíblica del dare nel contesto della colletta paolina (2 Cor 8-9), Roma, Pontifica Università Gregoriana, 2000, p. 171.

[40]M. J. HARRIS, The Second Epistle to the Corinthians, p. 604.

[41] M. J. HARRIS, The Second Epistle to the Corinthians, p. 262-265; C. M. MARTINI, Il Vangelo di Paolo, p. 65-66.

Anúncios

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: